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sábado, 10 de setembro de 2011

REDAÇÃO 5: DISSERTACÃO A PARTIR DE UM ESTÍMULO VISUAL

         Aqui você vai aprender a como proceder no momento em que tiver de fazer uma  disserta(:ao a partir de um desenho, gravura, "charge" ou qualquer outro tipo de estímulo visual.

Estímulo visual sem texto 
 

           Para compreender  conteúdo básico do desenho, podem estabelecer, a princípio,  que não está havendo comunicação propriamente dita, pois o desenho sugere que um dos interlocutores não está ouvindo o outro. Caso esteja ouvindo, não o faz com a devida atenção, para que possa sustentar um diálogo produtivo.
            Deste conteúdo, podemos elaborar um tema:
        
        Apesar da importância da comunicação para uma melhor convivência, nota-se claramente que falar é fácil, mas ouvir e dialogar é uma prática que não se encontra com facilidade.
           
         Para desenvolver esta redação, podemos aplicar a técnica básica da dissertação, ou seja, a do uso de argumentos.
             Como  se pode perceber, devemos passar pelas seguintes etapas até chegar à dissertação:

1. Compreensão do conteúdo básico do desenho.
2. Formulação de um tema  dissertativo.
3. Aplicação de uma das técnicas.
4. Elaboração de uma dissertação.
                                                  




                                                     

                                    OUVIR:  MISSÃO  QUASE  IMPOSSÍVEL

            Caso um dia parássemos para analisar como são as conversas, os supostos diálogos ocorridos nas diversas situações do nosso cotidiano, ficaríamos surpresos com os inúmeros elementos que interferem negativamente no processo de comunicação. Dentre eles destacamos a agitação das cidades grandes, a falta de paciência em ouvir e a ansiedade de falar.
            Envolvidos na rotina e na neurotizante correria das grandes cidades, já de início torna·se difícil imaginar que o diálogo entre duas ou mais pessoas possa ser diferente de frases interrompidas, mal-entendidos, perguntas sem resposta, ou mesmo a total falta de oportunidade de conversar. Quantas vezes nos corredores de firmas, fábricas, escolas e tantos outros lugares, a cena se repete:  duas pessoas andando em sentidos opostos, vão conversando enquanto se distanciam, aumentando o tom de voz até que se perdem de vista, interrompendo, assim, o assunto tratado.
             Outro elemento que dificulta substancialmente o estabelecimento do diálogo é a incapacidade de ouvir. Ouvir não é s escutar o que o outro disse, mas entender o que o interlocutor falou e refletir sobre o que escutou, a fim de dar continuidade à conversa. O que mais podemos notar nos diálogos é a falta de paciência para ouvir o que a pessoa tem a dizer até que ela conclua seu raciocínio e possa, dessa forma, fazer-se entender. Ao que parece, essa impaciência é fruto, em parte, de um certa ansiedade que cada um tem  em comunicar sua idéias.
             Assim, o que se costuma ver habitualmente é um arremedo de diálogo através do qual as pessoas dificilmente conseguem uma interação pela linguagem oral. Acreditamos que no dia em que essas dificuldades forem superadas, cada indivíduo poderá ampliar a compreensão do outro e, consequentemente, da própria natureza humana.     

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